terça-feira, 29 de julho de 2014

Como foi o Panorama Linguagens da Dança 2014

O projeto As Linguagens da Dança, em pouco tempo de existência, demonstra avanços significativos em relação ao fomento do segmento em nosso município. Dentre eles a realização do Panorama Linguagens da Dança 2014, ideia original de Christiane Alcantara, Andréa Albegaria e Claudia Parolin. A intenção foi proporcionar a troca entre diferentes profissionais, artistas e alunos de dança, dando visibilidade aos trabalhos concluídos ou em fase de finalização. Quem acompanhou todas as apresentações surpreendeu-se com a diversidade de linguagens e a qualidade dos trabalhos apresentados:  dança indiana, moderna, contemporânea, experimental, brasileira, clássica, cigana, espanhola e árabe. Depois de cada apresentação bailarinos e espectadores eram estimulados a  fazer uma reflexão sobre o que foi apresentado, levantando questões referentes ao processo de trabalho, proposta e dificuldades encontradas. Ficou clara a necessidade de união da classe fortalecendo o segmento para objetivos em comum, independentemente dos estilos e linguagens cênicas. Esse dado vai de encontro a proposta do projeto As Linguagens da Dança que busca criar ambiente de união e troca entre os interessados, ao contrário da maioria dos projetos que se voltam para a competição de “mercado”. A realização de concursos e festivais de dança com premiações, sem um trabalho anterior de fortalecimento do segmento local, tende a gerar competitividade, individualismo e fragmentação das iniciativas locais, amparando somente grupos e artistas já estruturados e de outros municípios. O Panorama Linguagens da Dança 2014 aconteceu no Teatro de Bolso do Garatuja, fundado há quatorze anos com a intenção de abrigar pequenos eventos e dar suporte cênico ao trabalho realizado com as crianças, alunos do Garatuja. Os quarenta lugares disponíveis possibilitam a proximidade do artista com o público, criando um ambiente intimista, facilitador do diálogo e da reflexão, contribuindo na formação de público. A realização no Garatuja aconteceu em função da falta momentânea de equipamento público ocasionada pela reforma do Centro de Convenções , optando-se centrar a proposta num público mais envolvido com os projetos existentes ligados a este segmento artístico. O Panorama começou no sábado, dia 19 com as peças Vimana e Maris. Vimana, exercício cênico com o grupo Caminhos Dançantes do projeto Oficinas, da Difusão Cultural, orientado por Andrea Albegaria. No elenco, a própria Andrea Albegaria, Beatriz Iozzi, Brenda Romacho, Gabi Rahal, Lucia Minozzo, Maura Razuk, Newton Paula, Priscila Annunziata, Solange Braile,Tamara Gigliotti e Veronica Tricoli. Maris, espetáculo solo de Christiane Alcantara com direção de Claudia Parolin, fala da realidade feminina pelas linguagens da dança contemporânea e popular. No domingo, dia 20, foi a vez de 3D, Erudito e Popular, Uma Conta de Chegar e Pra Sempre Caminhos. O Solo de Raymonda não aconteceu em função da impossibilidade da solista, por motivos de saúde. 3D foi baseado nos três movimentos do universo, de acordo com o pensamento hindu, de criação, manutenção e transformação do universo. A concepção e direção foi de Andrea Albergaria, que também atua em cena juntamente com, Lucia Minozzo e Carmen Fournier. Erudito e Popular/Uma Conta de Chegar cria uma relação entre a linguagem popular brasileira presente na música e nos figurinos, com a estética de movimento do balé clássico: Direção coreográfica de Élsie da Costa interpretado por Luana do P. Pereira e Flora Palmari A. Oliveira. Outro sketch foi Pra Sempre Caminhos, coreografia de Eliane Humberg , interpretado pelos bailarinos Brunno Moraes, Isabela Oliveira e Hesdras Gouvea. No dia 26, sábado, foi a vez do espetáculo Quem?! com o grupo YinContrar-se com coreografias, direção e produção de Taya Perrone e Valeria Capeto.  Blessed are - Abençoado Seja e Ânima, foram as coreografias apresentadas pelo Cláudio Terrana,  que trabalha a dança moderna baseada na técnica de Graham. A interpretação foi de Cláudio Terrana e o Grupo MU-DANÇAS: Verônica Tricoli, Letícia Pereira Lopes.  No dia 27, domingo, finalizando a mostra foi a vez de A Rosa de Istambul, baseado em um conto sufi do sábio afegão Sirdar Ikbal . A concepção e direção foi de Claudia Parolin. O Evento fechou com uma roda de conversa entre os profissionais, bailarinos participantes e o público. O Panorama Linguagens da Dança 2014 teve apoio da Secretaria de Cultura e Eventos de Atibaia e fez parte da programação do Festival de Inverno. O projeto As Linguagens da Dança, idealizado e coordenado por Élsie da Costa, acontece por meio de convênio entre o Instituto de Arte e Cultura Garatuja e a Prefeitura da Estância de Atibaia.


Vimana



















Maris



















3D

























Erudito e Popular - Uma conta de chegar





















Pra Sempre Caminhos






















Quem


















Blessed e Ânima















A Rosa de Istambul







quarta-feira, 16 de julho de 2014

Panorama Linguagens da Dança 2014















Nos dois próximos finais de semana acontece o evento Panorama Linguagens da Dança 2014. Este encontro reunirá trabalhos de pesquisa pessoal de alguns profissionais da área de dança de Atibaia e faz parte da programação do Festival de Inverno de Atibaia. A mostra, embora gratuito e voltado ao público em geral, tem como prioridade professores e alunos de dança. A iniciativa surgiu das dançarinas Chisthiane Alcântara, Claudia Parolin e Andréa Albegaria integrantes do recém criado projeto As Linguagens da Dança. A intenção é proporcionar uma troca entre os envolvidos na área, criando oportunidade para que diferentes profissionais, e seus respectivos alunos, se relacionem de forma integrativa. Um bate papo final está programado para o dia 27 de julho, domingo, reforçando essa ideia. O evento tem a produção da Alcântara Comunicação e Arte Ltda. e acontecerá no Teatro de Bolso do Garatuja com apoio da Prefeitura da Estância de Atibaia. O espaço tem número limitado de lugares e os convites estão sendo distribuídos antecipadamente. Não será permitida a entrada sem o convite. A ideia é que para o ano seguinte este evento aconteça em local maior, ampliando a abrangência e incluindo mais esta linguagem artística nos eventos do município.

Programação:

Dia 19 de julho - sábado  - 17  horas

Vimana
Com o grupo Caminhos Dançantes, formado por integrantes do projeto Oficinas da Difusão Cultural de Atibaia, que pesquisa o movimento através de diferentes danças, ritmos e principalmente o encontro do próprio movimento criativo e consciente, orientado por Andréa Albergaria. Tem duração aproximada de 10 minutos e direção de Andrea Albergaria. No elenco Beatriz Iozzi, Brenda Romacho, Gabi Rahal, Lucia Minozzo, Maura Razuk, Newton Paula, Priscila Annunziata, Solange Braile,Tamara Gigliotti e Veronica Tricoli.

Maris
Maris é um espetáculo que fala das Antônias, Marias, Angélicas, Joanas e tantas outras mulheres guerreiras que, desde sempre e em épocas distintas, lutaram para a construção de um mundo melhor. Traz elementos do feminino através das danças e da arte de contar histórias com coreografias que, complementadas por roupas e objetos, integram todo o processo que se desenvolve ao longo de quatro atos. A mistura entre danças populares, a dança contemporânea, as músicas de diversas tradições e a projeção audiovisual criam um atmosfera única em que o público é levado a refletir sobre o nosso tempo através de movimentos corporais que dialogam com a memória afetiva de inúmeras gerações. Maris tem a direção de Chris Alcântara e duração de 30 minutos.

Dia 20 de julho - domingo - 17 horas 

3D 
Espetáculo baseado nos três movimentos do universo, de acordo com o pensamento hindu, de criação, manutenção e transformação do universo. Através da técnica da dança clássica indiana Odissi, 3D percorre três momentos, três dimensões, infinitas faces. 3D tem duração de 50 minutos com concepção e direção de Andrea Albergaria. No elenco Andrea Albergaria, Lucia Minozzo e Carmen Fournier.

Erudito e Popular Uma Conta de Chegar
A dança cria uma relação entre a linguagem popular brasileira presente na música e nos figurinos, com a estética de movimento do balé clássico. A mesma música é depois reinterpretada com outra estética de movimento. Direção coreográfica com Élsie da Costa, interpretada por Luana do Prado Pereira e Flora Palmari Audi Oliveira. Duração: 5 minutos

Solo de Raymonda
Famoso ballet de repertório, sua história se passa na Idade Média, época das cruzadas. Raymonda é uma princesa que tem seu amor disputado entre dois homens. Em um duelo, o príncipe Jean de Brienne, ganha o direito de se casar com sua amada. Interpretação da bailarina Thais Magalhães

Pra Sempre Caminhos
"No caminho estamos / Pelo caminho andaremos / Imóvel ou movendo-se / O caminho percorremos / Ajudando ou sendo ajudado / Guiando ou sendo guiado / O rastro sempre ficará, a vida lá está / A constante Arte dos CAMINHOS". Coreógrafa de Eliane Humberg com os bailarinos Brunno Moraes, Isabela Oliveira e Hesdras Gouvea.


Dia 26 de julho - sábado  - 17  horas

Quem?! 
Com o grupo YinContrar-se. Coreografias, direção e produção Taya Perrone e Valeria Capeto.
Como convidadas a ginasta e bailarina Giovanna Capeto e a bailarina Mayara Pinzan.

Blessed are (Abençoado Seja)
Coreografia de dança moderna baseada na técnica Graham ensinada na High School of Perfoming Arts. Estudo sobre a amizade  humana, as dificuldades de relacionamento entre as pessoas e a sociedade pela ótica do existencialismo Sartriano (o "L'enfer c'est les autres" de J.P. Sartre na peça teatral  "Huis Clos")
Coreografia,  remontagem e adaptação: Cláudio Terrana, com o grupo MU-DANÇAS - Verônica Tricoli, Letícia Pereira Lopes e Cláudio Terrana.

Ânima
Coreografia de dança contemporânea com influência européia (M. Béjart). A fantasia da Alma Dupla e a Natureza (o "Ka" e o "Bai") da mitologia egípicia, somada ao desenho-resumo do Universo Hindu ("Mandala") e toda uma síntese cultural criando um novo mundo fantasioso, uma ilha mística e irreal. A concepção e direção é de Cláudio Terrana com o Grupo MU-DANÇAS: Verônica Tricoli, Letícia Pereira Lopes,

Dia 27 de julho - domingo - 17  horas

A Rosa de Istambul 
Baseado em um conto sufi do sábio afegão Sirdar Ikbal Ali-Shah, a performance “A Rosa de Istambul” trata do encontro do homem com a sua essência, na busca do verdadeiro amor e da beleza espiritual. Unindo gesto, imagem e paisagem sonora numa linguagem do Clássico Oriental ao Contemporâneo, busca-se mostrar o lado feminino da história e de como se comportam as protagonistas. De formato atemporal e multicultural, a performance é acessível a todas as pessoas. A Rosa de Estambul tem a concepção e direção de Claudia Parolin e duração 30 min.

Finalização com roda de conversa
Roda de bate-papo entre os participantes do Panorama e demais profissionais envolvidos no projeto As Linguagens da Dança, participantes e interessados nos rumos da dança em nossa cidade.

O Teatro de Bolso do Garatuja fica na Rua Esmeraldo Tarquínio, 346 - Jardim Tapajós - Atibaia SP - Fone 4412 9962 

domingo, 15 de junho de 2014

Corpo Municipal de Dança de Atibaia inicia atividades de formação


















































As atividades do projeto As Linguagens da Dança iniciaram nesta semana com entusiasmo tanto dos participantes como dos profissionais envolvidos. Foi criado um grupo intermediário para acolher pessoas dentro da faixa etária prevista para o Corpo de Dança, mas que não tinham nenhuma prática anterior ou de alguma técnica específica. Os dançarinos de moderno poderão fazer as aulas de dança clássica no grupo intermediário para acompanharem as aulas do Corpo de Dança, assim como outras atividades preparatórias. As aulas de técnicas associadas para dança incluem outros estilos para ampliar o repertório de movimentos e conhecimento dos bailarinos. Assim, Taya Perrone e Andrea Albergaria estão contribuindo com elementos formativos das linguagens das danças árabes e indiana, Claudio Terrana com a dança moderna na técnica de Martha Graham, Thais Magalhães fará uma abordagem pratica e teórica da dança clássica de repertório, Élsie da Costa trabalha a dança clássica dialogando com princípios propostos por Klauss Vianna e os fatores de movimento propostos por Rudolf Laban desenvolvendo a consciência do corpo. Outros profissionais ainda estão por vir para mais contribuições. Embora tudo isso pareça levar os bailarinos para situações opostas de linguagens, o que acontece é uma abertura de leque e maneiras de perceber as potencialidades expressivas. Durante as práticas nos deparamos com pontos comuns, onde princípios anatômicos, universais, estão presentes nas danças orientais, modernas e contemporâneas, reformulando a forma de ver e praticar a dança, em especial a clássica. Por exemplo, a estrutura óssea e formas corporais em que a anatomia é universal. As práticas de dança são por si só transformadoras, tanto individualmente como coletivamente. O momento é de preparação de um grupo, não se trata de “oficinas” em que o comprometimento fique em segundo plano. Para o Corpo de Dança, o comprometimento é essencial. Dança se faz em grupo. É preciso primeiro “afinar” o individual e o coletivo. Isso só é possível com prática diária. Os professores se revezam, mas o grupo permanece junto, em “saracoteio” e “reflexão”. A semana finalizou com uma animada aula de hip-hop, conduzida entusiasticamente pela Magdala Mattos seguida da aula de domínio do movimento sobre a estrutura óssea, momentos de criatividade e descontração, fazendo-se perceber o movimento articulado, livre, sem amarras e couraças. O papel da direção artística é esse: de ter sensibilidade para perceber em todos os momentos, os ingredientes, sintonizar e sincronizar o potencial existente nos professores e coreógrafos, para a descoberta de novos caminhos.

domingo, 8 de junho de 2014

Convênio entre Prefeitura e Garatuja começa com sucesso.





















A demanda para o projeto As Linguagens da Dança surpreendeu. Após um período destinado às inscrições, que terminou na sexta feira, começa nesta segunda, dia 9 de junho, as aulas do projeto com as vagas preenchidas. Foram disponibilizadas cinqüenta vagas para a implantação da primeira fase do projeto e se inscreveram setenta e dois interessados. Para a Escola Municipal de Dança o público alvo eram estudantes de escolas públicas e para o Corpo de Dança bailarinos de diversas academias e grupos existentes em Atibaia. Ainda serão preenchidas as vagas para o curso de Danças Brasileiras que acontecerá aos sábados. O projeto é uma parceria da Prefeitura com o Instituto Garatuja e visa fomentar a área da dança em todas as instâncias, tanto na demanda para o projeto público como das demais iniciativas da cidade. Ao iniciar as aulas do projeto já estamos com listas de espera para novos grupos. O projeto original contava com grupos nos dois períodos, manhã e tarde. Porém neste ano de implantação, varias ações ainda estão aguardando formas de continuidade, como, por exemplo, as turmas da manhã, que já estão com uma quantidade considerável de inscrições. Para implantação do projeto As Linguagens da Dança foram necessárias restrições na totalidade das atividades previstas. Mas, como se esperava, existe demanda suficiente para se movimentar este segmento artístico, normalmente pouco valorizado em outras localidades. O projeto que está se desenvolvendo em Atibaia tem uma peculiaridade que se diferencia da maior parte dos projetos de dança existentes em outras cidades. A maioria dos projetos para dança parte do caráter competitivo, por meio de festivais. O projeto que estamos propondo em Atibaia parte do caráter integrativo, com vistas ao aumento de demanda e de agregar as tendências num verdadeiro “movimento de dança” que fortaleça as iniciativas locais. Para isso houve envolvimento de diversos profissionais da cidade, prevendo o envolvimento de outros, que não puderam participar neste momento, para as ações futuras.  O projeto atendeu aos interessados de diversas escolas e bairros como Usina, Jardim Colonial, Cerejeiras, Imperial, Alvinópolis 2, Alvinópolis, Estoril, Tanque, Ressaca, Morumbi , Jardim dos Pinheiros, Guaxinduva e Kanimar, Maristela 1 e 2, Jardim Estância Brasil, Itapetinga, e outros bairros mais centrais. Com intuito de atender a todos os interessados da melhor forma possível, aqueles que não estão com o nome nas listas de aprovados é porque não se encaixaram nos horários disponíveis, ou algum tipo de especialidade ainda não contemplada no projeto, ou porque não poderiam participar da totalidade das aulas. O sistema “escola de dança” se diferencia do sistema  “academicista”, pelo fato dos estudantes conhecerem e praticarem diariamente formas diversas expressivas da dança. Já que, na escola formal temos o português, a matemática, a geografia, e assim por diante, na escola de dança temos a dança clássica, as modernas, a contemporânea, as danças tradicionais (nacionais e internacionais), as danças populares (internacionais e nacionais), as experimentais, etc., por isso intitulou-se o projeto no plural, As Linguagens da Dança. Para o Corpo de Dança o comparecimento diário também é essencial, pois será formado um grupo que deve se desenvolver com total integração, como se faz em qualquer grupo artístico. Para o Corpo de Dança formado temos uma heterogeneidade de experiências que somadas farão o crescimento qualitativo na totalidade do grupo, porém será imprescindível o conhecimento da dança clássica por todos os dançarinos além de outras técnicas de dança moderna, contemporânea e o relacionamento constante com a Cultura. O grupo formado conta com representantes de todas as escolas de dança da cidade e de outros trabalhos independentes o que vai fazer do projeto uma vitrine das iniciativas da cidade e seus respectivos profissionais. Nos critérios para inscrição priorizou-se: ser estudante de escola pública ou bolsista, poder se dedicar à totalidade do curso e o interesse pela dança. Dentre os inscritos para o Corpo de Dança, onze possuem experiência anterior em Dança Clássica, um dos principais critérios na seleção. Os inscritos que se encontram em lista de espera, serão aos poucos chamados de acordo com a adequação dos cursos, possibilidade de vaga, de novos horários e cursos ainda não implantados. O próximo curso a se iniciar, o de Danças Brasileiras, será aberto a outros interessados, mesmo que não frequentem o Corpo de Dança ou a Escola Municipal.

Lista de participantes

Professores do Módulo 1: Thais Magalhães, Marcela Sguillaro, Élsie da Costa (Dança Clássica); Irany Sguillaro (sapateado); Taya Perrone e Andrea Albergaria (Técnicas Associadas para Dança/do oriente); Magdala Mattos (danças populares internacionais /Hip-Hop); Élsie da Costa (Dança educativa/Domínio do Movimento/Laban); Claudio Terrana (Dança Moderna/Graham); Christiane Alcântara (Danças Tradicionais Brasileiras); Élsie da Costa (Danças Regionais e Tradicionais Brasileiras).
Professores do Módulo 2: Heydi Milhose e Élsie da Costa (Dança Clássica); Michele Maidame (Jazz); Claudia Parolin (Técnicas Associadas para Dança/do oriente); Magdala Mattos (danças populares internacionais /Hip-Hop);Élsie da Costa (Dança educativa/Domínio do Movimento/Laban); Eliane Humberg (Dança Contemporânea); Christiane Alcântara (Danças Tradicionais Brasileiras); Élsie da Costa (Danças Regionais e Tradicionais Brasileiras).

Participantes da Escola Municipal Grupo 1 – 14 h (8 e 9 anos).
Vagas previstas – 10. Inscritos – 13.
Participantes da Escola Municipal Grupo 2 – 15 h (10 a 12 anos).  
Vagas previstas – 10. Inscritos –  8.
Participantes da Escola Municipal Grupo 3 – 18 h e 30 m (13 e 14 anos).  
Vagas previstas – 10. Inscritos – 17.
Participantes do Corpo de Dança – 19 h e 30 m (maiores de 14 anos).
Vagas previstas – 20. Inscritos – 19. Com especificidade em Dança Clássica – 11 inscritos; com outras especificidades – 8 inscritos.

Participantes